Brasil

Em meio à efervescência de notícias sobre investimentos nos mercados de carbono, um novo estudo do WRM analisa de perto uma iniciativa REDD em curso no município de Portel, estado de Pará, na Amazônia brasileira. O caso é ilustrativo do que podemos chamar de “colonialismo do carbono”.
Convidamos vocês a refletir junto a uma militante que, a partir de suas lutas no Brasil, explora os processos de resistência e os desafios enfrentados. Nesta reflexão, também convidamos a aderir à resistência coletiva, sejam quais forem os seus próprios contextos e espaços de organização. A luta continua e a luta é uma só!
A rede que articula movimentos, organizações e comunidades na luta contra as monoculturas de árvores se reuniu no Extremo Sul da Bahia. Neste 21 de setembro, voltou a denunciar os impactos de um modelo violento e injusto, baseado em grandes plantações e voltado principalmente à exportação de celulose.
Filme documentário produzido pelo​ NUPOMAR, Núcleo de Pesquisa, Mídias e Arte, com o propósito de registrar e valorizar a memória social do povo Pataxó da Aldeia Barra Velha (no município de Porto Seguro-Bahia).
As comunidades quilombolas de Sapê do Norte, Brasil, vivem um violento processo com a expansão da monocultura de eucaliptos em grande escala. Após muitas dificuldades, iniciaram um processo para retomar suas águas e terras. E a luta para retomar o que é seu, continua. O WRM conversou com dois ativistas quilombolas pra refletir sobre este difícil, mas fértil, processo de resistência.
O discurso da 'transição energética' tem sido utilizado para justificar a expansão da fronteira extrativa mineral. No entanto, além da poluição local e dos impactos sobre as florestas e os povos, a extração e o processamento de minerais exigem grandes quantidades de água, com efeitos nos territórios de longo alcance e duração.
Nós, integrantes dos povos Manchineri, Apurinã, Katukina Noke Kuí, Jamamadí, Jaminawa, Sharanawa, Huni Kuim, Shanenawa, Ashaninka, Madiha, Kuntanawa, Jaminawa-Arara, Jaminawa do Igarapé Preto, Marubo, Arara, Apolima-Arara, Kanoé Rondonia, Oro Wari Rondonia, Bororo, Nukini, Nawa, agricultores/as, trabalhadores/as rurais extrativistas, representantes das organizações Conselho Indigenista Missionário (CIMI), Movimento Mundial pelas Florestas Tropicais (WRM), Amigos da Terra Brasil, Sempre Viva organização Feminista (SoF), Marcha Mundial das Mulheres (MMM), Movimento dos Trabalhadores/as Sem Te
O dendê no Brasil está se expandindo rapidamente, principalmente no estado amazônico do Pará. A BBF (Brasil BioFuels), a maior empresa do dendê do Brasil, é acusada de crimes ambientais e violência contra comunidades indígenas, quilombolas e camponesas, como Virgílio Serrão Sacramento, comunidade ligada ao Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA).
Uma conversa com o presidente da Associação Quilombola Volta Miúda e da Cooperativa Quilombola do Extremo Sul de da Bahia revelou como a Suzano, maior empresa de papel e celulose do mundo, continua operando com graves violações e ilegalidades. As comunidades continuam lutando para recuperar suas terras.
Mais de 50 organizações, redes e movimentos do Brasil e do mundo denunciam a liberação no meio ambiente e o uso comercial de mais um Eucalipto Transgênico da Suzano Papel e Celulose.
O Povo Munduruku, no Brasil, diz que a retórica anti-indígena do governo Jair Bolsonaro estimulou madeireiros e garimpeiros ilegais e colocou os indígenas em maior risco. Como resposta, três jovens Munduruku coordenam um coletivo audiovisual que usa as redes sociais para conscientizar sobre as invasões ilegais de seu território.
Esta publicação reúne 11 artigos que refletem sobre as dimensões fundamentais e perigosas da Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal (REDD), a política predominante para florestas em todo o mundo desde 2007.