Em uma entrevista para a série “A construção política da IA”, produzida pela organização turca bianet.org, Larry Lohmann, membro do Comitê Consultivo do WRM, caracteriza a inteligência artificial (IA) como uma forma de “colonialismo de máquinas” marcada por um consumo de energia que cresce indefinidamente e pela apropriação brutal de água e mão de obra barata ou gratuita. Assim como outras tecnologias industriais, observa Lohmann, a IA se aproveita do surgimento, no século XIX, de uma energia ‘abstrata’ que subordina diversas outras, condensando-as em um único combustível para o capital. À medida que o neoliberalismo se transforma em fascismo, a resistência democrática à estratégia capitalista que existe há séculos, mas agora hipertrofiada na forma da IA, exigirá mais compartilhamento e união entre movimentos trabalhistas e ecológicos. A entrevista está disponível no site da The Corner House, em português, inglês, espanhol e turco, aqui.
Em uma entrevista para a série “A construção política da IA”, produzida pela organização turca bianet.org, Larry Lohmann, da The Corner House e membro do Comitê Consultivo do WRM, caracteriza a inteligência artificial (IA) como uma forma de “colonialismo de máquinas” marcada por um consumo de energia que cresce indefinidamente e pela apropriação brutal de água e mão de obra barata ou gratuita.