Madagascar

A empresa australiana Base Resources foi autorizada a destruir a Floresta Mikea desde que estabeleça um projeto de compensação, o que, por sua vez, implica severas restrições às comunidades para acessar suas terras e florestas.
Compilação de artigos do Boletim do Movimento Mundial pelas Florestas Tropicais (WRM), por ocasião da 14ª reunião da Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (CBD), a ser realizada de 17 a 29 de novembro, em Sharm El-Sheikh, Egito.
Este relatório, compilado pelo Movimento Mundial pelas Florestas Tropicais (WRM) e pela Timberwatch Coalition (TW), agora também está disponível em suaíli. Ele trata de vários fatores internos e externos que determinam mudanças na extensão da terra com plantações industriais de árvores em onze países do leste e do sul do continente: Malaui, Moçambique, Zâmbia e Zimbábue; Quênia, Tanzânia e Uganda; África do Sul, Suazilândia e Lesoto; e Madagascar. Acesse o relatório em suaíli:
De tempos em tempos, o boletim do WRM destaca histórias, lutas e reflexões de uma parte específica do mundo. Esta edição trata das Regiões Sul e Leste da África.
“É um absurdo e uma injustiça que eles nos tirem a nossa floresta afirmando que querem protegê-la, enquanto, na realidade, é só uma maneira para continuarem devastando outra floresta, em outro lugar, com suas minas”.
Cinco moradores arbitrariamente presos em setembro de 2016 durante os protestos contra um projeto de mineração de ouro da Mineradora Jiuxing, localizado a 70 quilômetros a oeste da capital malgaxe, Antananarivo, finalmente foram liberados após repetidas reivindicações nesse sentido. O julgamento acabou ocorrendo alguns dias depois que o relator de Direitos Humanos da ONU assumiu a questão das prisões dos moradores no relatório preliminar sobre sua recente visita a Madagascar.
Disponível apenas em inglês ou francês.  Nuevo informe sobre proyecto de compensación por pérdida de biodiversidad revela doble acaparamiento de tierras en nombre de la biodiversidad