México

As plantações de dendezeiros são a principal causa do desmatamento no sudeste do México. Uma rede de mulheres em Chiapas se organizou para denunciar as táticas de coerção e fraude usadas pelo Estado e pelas empresas para que os camponeses aceitem a monocultura em suas terras. A luta delas é pela terra, por seus saberes e para que suas vozes sejam ouvidas.
Compartilhamos a declaração final onde expressam suas demandas e reivindicações.
Na Mesoamérica, a expansão das monoculturas de dendê é uma das principais causas de desmatamento. Uma troca de experiências reuniu representantes de comunidades indígenas e camponesas para conectar suas resistências.
O WRM conversou com aliados próximos, oriundos de Brasil, Gabão, Índia, México e Moçambique para ouvir e aprender sobre suas visões de desenvolvimento.
Conversa online realizada em 21 de Setembro de 2020, em comemoração ao Dia Internacional de Luta contra as Monoculturas de Árvores. Organizada pela Rede Latino-Americana contra as Monoculturas de Árvores (Recoma). As plantações não são florestas!
A luta das mulheres pelo reconhecimento pleno e digno de suas vidas e seus territórios começa por não permitir o avanço do modelo extrativista, mas deve se dar resolvendo a necessidade de as mulheres também tomarem decisões para fortalecer o controle político coletivo.
Uma compilação de artigos do Boletim do Movimento Mundial pelas Florestas Tropicais, por ocasião da Cúpula Global de Ação Climática, a ser realizada entre 12 e 14 de setembro, na Califórnia, Estados Unidos.
A publicação recentemente lançada pela organização Otros Mundos Chiapas, do México, é um esforço para apresentar elementos e experiências de manejo comunitário de florestas. Diante da grande quantidade de informações difundidas por organismos governamentais e não governamentais alinhados à política de mercantilização da natureza, muitas comunidades e povos que habitam as florestas precisam enfrentar novos processos de defesa de sua terra e território.
REDD: Uma coleção de conflitos, contradições e mentiras apresenta resumos de relatos de 24 projetos ou programas de REDD com algo em comum: todos têm uma série de características estruturais que prejudicam os direitos dos povos da floresta ou não conseguem enfrentar o desmatamento.
Em nível global, rechaçamos energicamente as “falsas soluções” ao aquecimento global. As negociações climáticas se converteram em um grande mercado no qual se criaram ferramentas e mecanismos para limpar a imagem dos países mais poluidores e suas empresas, como os “Mecanismos para um Desenvolvimento Limpo” (MDL) ou  REDD (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação), ferramentas que permitem que o sistema capitalista siga consumindo os recursos naturais – nossos bens comuns de toda a humanidade.