Venezuela

De 2013 a 2021, a crise na Venezuela causou o colapso de uma nação construída em torno do petróleo nos últimos 100 anos. No cenário resultante, surge um extrativismo predatório, prevalece a mineração e se intensificam a violência política e a militarização da sociedade.
É impossível pensar em extração sem pensar em uma vasta rede de infraestrutura complementar e, portanto, em desmatamento e destruição ainda mais amplos.
O estudo “Amazônia na Encruzilhada”, da Rede Amazônica de Informação Socioambiental Georreferenciada (RAISG) apresenta uma visão geral da pressão causada pelas estradas em Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela. De acordo com o relatório, dos 136 mil quilômetros de extensão mapeados na região, pelo menos 26 mil se sobrepõem a áreas naturais protegidas e territórios indígenas. Por exemplo, na Amazônia brasileira, o relatório afirma que a maior parte do desmatamento ocorre nas proximidades das estradas.
Os incêndios na Amazônia estão acontecendo com mais frequência e intensidade. Mas quem realmente está queimando as florestas?
A Venezuela é muito conhecida não só por ser um dos principais exportadores de petróleo do mundo, mas também pela crise extraordinária que está afetando todas as áreas da vida social do país. Apesar da ampla cobertura jornalística internacional sobre o que acontece no país, as versões dominantes são visivelmente distorcidas, com muitas manipulações e omissões, e raramente destacam as causas da situação (1).
Como colocar a sustentabilidade da vida no centro dos debates
Somos considerados a periferia da periferia
En 1999, el recién electo presidente Hugo Chávez recibía una carta del WRM (ver http://www.wrm.org.uy/paises/Venezuela/carta260399.html) en la que le comunicábamos nuestra profunda preocupación por los perjuicios generados por las plantaciones de monocultivos de árboles de la empresa Smurfit Cartón de Venezuela (filial de Smurfit Kappa Group, líder de la producción de cartón para el mercado europe
Disponível apenas em espanhol. Publicación de Censat-Agua Viva en ocasión de la Cumbre Mundial de Johannesburgo. Amazonía: Selva y Bosques diez años después de Río