Papua-Nova Guiné

Mulheres manifestantes lideraram um bloqueio contra a mina de cobre de Panguna para evitar a assinatura de um Memorando de Entendimento entre o Governo autônomo de Bougainville e a empresa Bougainville Copper Limited (BCL). Elas também obtiveram uma liminar na justiça pela qual o memorando não pode ser assinado até segunda ordem. O memorando pretende permitir que a BCL reabra a mina antes de junho de 2019.
  Tendo exportado 3,1 milhões de metros cúbicos de madeira tropical em 2013, principalmente para a China, Papua-Nova Guiné (PNG) se tornou, nos últimos anos, a maior exportadora mundial de madeiras tropicais, superando a Malásia, que ocupara o primeiro lugar nas últimas décadas.
O povo da Baía de Collingwood, em Papua-Nova Guiné, reconquistou sua terra que havia sido tomada por madeireiros e empresas de dendê (palma) da Malásia, após uma batalha muito acirrada.
Somos testemunhas de um processo global de expansão dos agronegócios e de apropriação de terras no Sul. Através de arrendamentos, concessões, inclusive compras, as corporações estrangeiras tomam conta de vastas áreas de terras agrícolas durante longos períodos para produzir alimentos básicos ou agrocombustíveis para a exportação. Estima-se que cerca de 1.000 grupos investidores apontam para mais de 50 países na Ásia, Oceania, África e América Latina (1).
Em finais de 2008, o WRM e Friends of the Earth Papua New Guinea/CELCOR organizaram um workshop conjunto com mulheres locais na Papua-Nova Guiné. O workshop referia-se às plantações de dendezeiros que estão sendo promovidas principalmente para fornecer azeite de dendê ao mercado europeu (usado em produtos, como por exemplo, cosméticos, sabão, óleo vegetal e alimentos), bem como para a produção de agrocombustíveis.
La producción de palma aceitera está aumentando en Papúa Nueva Guinea, un país donde el 97% de la tierra es de propiedad comunal y donde la mayor parte de la población de 5 millones de personas aún vive en la zona rural y depende de la agricultura de subsistencia para su sustento. El aceite de palma producido es, en su mayoría, exportado a la Unión Europea, siendo el Reino Unido, los Países Bajos e Italia los principales mercados.
Si luego de leer los artículos anteriores usted (como mujer dentro de una organización, como integrante de un movimiento de mujeres, como activista sobre asuntos de derechos humanos, como ambientalista, como periodista, como miembro de una asociación de consumidores, como activista en asuntos climáticos, comerciales, de salud, etc.), se está preguntando qué puede hacer para comenzar a cambiar la situación actual, tenemos algunas ideas que esperamos puedan ser de utilidad.