América (geral)

O último boletim mensal da Rede Latino-Americana de Mulheres Defensoras de Direitos Sociais e Ambientais reúne diversos artigos da região, que destacam a violência exercida sobre as mulheres pelo modelo extrativista e pelas mudanças climáticas. Você pode ler os boletins (em espanhol) aqui.
O que está acontecendo com a terra e as riquezas naturais no mundo, e com as pessoas que dependem delas? Como as pessoas estão respondendo a essas tendências, ameaças e desafios? Com o objetivo de abordar essas questões, 12 artigos com análises e narrativas poderosas vindas da América Latina, da Ásia e da África dão testemunho das lutas em andamento – e talvez, permanentes – das pessoas por direitos, terras, territórios e meios de subsistência.
Comunicado de imprensa. 7 de março de 2019 Rompendo o silêncio: As plantações industriais de dendezeiros e seringueiras geram assédio, violência sexual e abuso contra as mulheres
Apesar dos danos muitíssimos profundos que as indústrias causam às florestas do mundo, esse processo traz à tona algo mais: as fortes e diversificadas resistências que as comunidades afetadas articulam para defender seus territórios, meios de vida e sustento, culturas e até mesmo existências. A luta continua! (Disponível em suaíli).
Na América Latina, as mulheres sempre fizeram parte das lutas históricas em defesa do território e do meio ambiente. Por meio de ações de mobilização e de práticas cotidianas, elas resistiram ao extrativismo e a todas as formas de violência contra si. (Disponível em suaíli).
A Amigos da Terra Internacional e o Movimento Mundial pelas Florestas Tropicais lançaram uma declaração internacional denunciando a Mesa Redonda de Óleo de Dendê Sustentável.
Camponeses, camponesas e outras pessoas que trabalham em áreas rurais ficaram a um passo de obter uma Declaração da ONU que poderia defender e proteger seus direitos a terra, sementes, biodiversidade, mercados locais e muito mais
Com a adesão de organizações nos cinco continentes, a Amigos da Terra Internacional e o WRM denunciam o fracasso da RSPO em eliminar a violência e a destruição causadas pelas monoculturas de dendê.
Convidamos as organizações a assinar e apoiar a declaração, que denuncia que a RSPO, desde sua criação, há 14 anos, tem servido como ferramenta para atender aos interesses empresariais do setor de dendê.
Neste dia 21 de setembro, uma mensagem de solidariedade e homenagem às comunidades, organizações comunitárias e ativistas que, de muitas maneiras e em lugares diferentes, lutam para deter as plantações de árvores.
Atualização do caderno "12 Respostas para 12 Mentiras sobre Plantações de Monoculturas de Dendê". Agora contém um capítulo sobre como as empresas mentem quando dizem respeitar os direitos das mulheres.