China

Uma reflexão histórica sobre os principais projetos chineses de plantação de árvores evidencia o papel do capital e das forças de mercado na China rural. O projeto mais recente é baseado no consumismo “verde” e beneficia alguns dos maiores varejistas e empresas de tecnologia do país.
A produção industrial de borracha natural sempre foi sinônimo de destruição e exploração. Cerca de 70% são para a fabricação de pneus. À medida que aumenta o uso de carros, caminhões e aviões, o uso de borracha também aumenta. E isso não vem sem controvérsias.
Em um contexto de crescimento da indústria de plantações de eucalipto na China, cerca de 150 moradores de Yong’an estão processando a Guangxi Lee & Man Forestry Technology Ltd. – madeireira que opera uma plantação de eucalipto de quase 300.000 m2 – e o órgão do governo local que fez parceria com ela, por violar uma cláusula do direito contratual chinês que proíbe as empresas de prejudicar interesses públicos.
Lançado pela organização tailandesa TERRA, a publicação registra a história das comunidades ribeirinhas do Mekong, em 25 subdistritos de sete províncias do nordeste da Tailândia (Isaan). O objetivo é divulgar o conhecimento singular gerado pelo mais longo rio internacional do Sudeste da Ásia, o Mekong. Ilustra-se a delicada complexidade da hidrologia dos subecossistemas do Mekong e como eles são a base da vida e dos meios de subsistência das pessoas que vivem ao longo do rio.
  Tendo exportado 3,1 milhões de metros cúbicos de madeira tropical em 2013, principalmente para a China, Papua-Nova Guiné (PNG) se tornou, nos últimos anos, a maior exportadora mundial de madeiras tropicais, superando a Malásia, que ocupara o primeiro lugar nas últimas décadas.
Um estudo da Agroforestry World mostrou que, embora tenha aumentado a quantidade de cobertura arbórea com um programa de reflorestamento e “pagamento por serviços ecossistêmicos”, a China não foi capaz de proteger as florestas naturais. Plantações para a obtenção de borracha e madeira para celulose substituíram florestas naturais em terrenos inclinados. A equiparação de plantações e florestas nas políticas e estatísticas de manejo florestal permite que os governos escondam os graves impactos ambientais que as plantações causam.
Disponível apenas em inglês.  Letter sent by the Save the Mekong Coalition, to the Mekong countries Prime Ministers demanding the immediate cancellation of the Don Sahong Dam and moratorium on decisions over other mainstream projects for the overall benefit of people throughout the Mekong region. The Don Sahong Project will irreparably damage the Khone Falls and our mother river – the Mekong.
No mês de março de 2013, reuniram-se em Durban, na África do Sul, os presidentes do chamado BRICS: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Cercados de inúmeras barreiras para que ninguém que ousasse fazer algum protesto pudesse se aproximar, os presidentes desses países discutiram diversos assuntos, entre eles, propostas de cooperação. Uma destas propostas que mais ganhou destaque na divulgação do evento foi a criação de um banco de desenvolvimento dos BRICS, com um capital inicial de US$ 50 bilhões, aportado em partes iguais pelos cinco países do bloco.
Um grupo de 11 ONGs finlandesas e internacionais apresentou uma queixa ao Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas sobre violações de direitos humanos relacionadas às plantações de eucalipto da Stora Enso e da fábrica de papelão planejada em Guangxi, que levaram a conflitos de terra, com duas mortes e vários episódios de violência. O Pacto Global das Nações Unidas (uma iniciativa para aumentar a responsabilidade social das empresas, que a Stora Enso assinou), exige que esta empresa responda às acusações até 11 de Abril.