Dia Internacional de Luta Contra os Monocultivos de Árvores 2019

No dia 21 de setembro, Dia Internacional de Luta Contra os Monocultivos de Árvores, organizações, redes e movimentos celebram a resistência contra as plantações e levantam suas vozes para exigir que “Parem a expansão das plantações de monocultivo de árvores!”. Essas plantações ameaçam a soberania das comunidades e dos povos. O Dia foi lançado em 2004, durante um encontro de uma rede de comunidades que lutam contra as plantações industriais de árvores no Brasil; elegeu-se o 21 de setembro porque nesta data no Brasil é celebrado o Dia da Árvore.

Carta pública de organizações brasileiras ao Congresso Mundial da União Internacional de Organizações de Pesquisa Florestal (IUFRO), os dias 29 de setembro a 5 de outubro de 2019 em Curitiba, Brasil.
[Disponível apenas em espanhol, inglês e francês] Un nuevo informe sobre el estado de las plantaciones industriales de palma aceitera en África muestra cómo la resistencia de las comunidades cambia el curso del acaparamiento de tierras en la región.
Uma ameaça alastra-se por nossos territórios. Sob o falso nome de “reflorestamento”, que soa bastante simpático, imensas plantações de árvores exóticas vem sendo implementadas no Brasil por empresas transnacionais. Convidamos a assinar a seguinte carta conosco.
Três testemunhos de resistência do Brasil.
Solidariedade para com as comunidades contra os monocultivos de árvores!
No dia 21 de setembro, Dia Internacional de Luta Contra os Monocultivos de Árvores, organizações, redes e movimentos celebram a resistência contra as plantações e levantam suas vozes para exigir que “Parem a expansão das plantações de monocultivo de árvores!”. Essas plantações ameaçam a soberania das comunidades e dos povos. O Dia foi lançado em 2004, durante um encontro de uma rede de comunidades que lutam contra as plantações industriais de árvores no Brasil; elegeu-se o 21 de setembro porque nesta data no Brasil é celebrado o Dia da Árvore.
Precisamos do seu apoio! Convocamos organizações, grupos, redes e movimentos a assinarem esta petição em solidariedade às comunidades gabonesas ameaçadas pelas plantações da OLAM / SOTRADER. Há tempo para aderir até quinta-feira, 19 de setembro.
A construção da fábrica da Suzano, juntamente com as estradas contíguas, o constante transporte de madeira e o afluxo maciço de trabalhadores, trouxeram muita devastação para as populações. Este é o testemunho de uma mulher que luta pelo seu território.
Como condição para instalar sua segunda fábrica de celulose, a UPM exigiu que o governo uruguaio construa uma nova ferrovia, do local onde a empresa planeja sua fábrica até o porto. Os custos dos projetos de infraestrutura a serviço da UPM serão pagos pelo governo.
Milhões de hectares na Malásia, principalmente de florestas, têm estado na mira para o desenvolvimento de monoculturas – incluindo a expansão de plantações para produção de madeira.
A expansão do dendê em Wimbí já é um fato. O mesmo acontece com a extração de madeira, cujo protagonista é o mesmo grileiro que permitiu a entrada da empresa de dendê Energy&Palma. Esse novo ciclo de pilhagem de terras ameaça a cultura e a sobrevivência da comunidade.
O objetivo do livro é apoiar as comunidades que querem fortalecer sua resistência e se preparar melhor para impedir que as grandes empresas estabeleçam plantações industriais de dendê em suas terras. Está disponível apenas em inglês e francês.