21/9/15

Em 21 de setembro próximo comemoramos o Dia Internacional contra as Monoculturas de Árvores. A data, que foi lançada no Brasil, em 2004, pela Rede Alerta Contra o Deserto Verde, serve para que tenhamos um momento especial, a cada ano, para denunciar os graves impactos do modelo de produção industrial de árvores em grande escala sobre comunidades e ecossistemas. Todos os anos, organizações e movimentos sociais realizam várias ações durante o mês de setembro para dar visibilidade às suas lutas e denunciar os impactos negativos das plantações de árvores sobre seus meios de subsistência e seus territórios. Mas, acima de tudo, o 21 de setembro é um dia para celebrar a força e a solidariedade e dizer: basta de monoculturas de árvores!
  Sobre a destruição da vida na terra Pataxó no município de Prado na Bahia. Enviada por Gilberto Ferreira S. da etnia Pataxó   Na manhã do dia 21 de setembro cerca de 300 indígenas ocuparam a fazenda Nedila, no município do Prado Bahia, local onde estão sendo realizado a monocultura do eucalipto. A principal reinvidicação dos indígenas é que parem de imediato o plantio, pois está causando grande destruição ao meio ambiente. Ainda não está em fase adulta, mas já se vê os efeitos nocivos aos seres humanos a fauna e a flora.
Día Internacional de Lucha contra los Monocultivos de Árboles ¡Las plantaciones no son bosques! Organizaciones de distintos países de América Latina, África y Asia (1) firmaron una Declaración conjunta (2) con motivo del 21 de setiembre, fecha en la que se celebra el Día Internacional de lucha contra los monocultivos de árboles.
  Dia Internacional de Luta contra as Monoculturas de Árvores Entre as monoculturas de árvores para uso industrial – principalmente de eucalipto, pínus, seringueira, acácia e dendezeiro – promovidas em vários países e continentes, os dendezeiros têm se expandido mais rapidamente nas últimas décadas. No período de 1990 a 2010, eles triplicaram em todo o mundo, principalmente na Indonésia e na Malásia.
Em 21 de setembro próximo comemoramos o Dia Internacional contra as Monoculturas de Árvores.
Disponível apenas em inglês ou espanhol. En ocasión del XIV Congreso Forestal Mundial, organizado por la FAO en Durban, Sudáfrica, en setiembre de este año, integrantes de la Red Latinoamericana contra los Monocultivos de Árboles (RECOMA), junto con diversas organizaciones sociales, divulgamos esta nota de repudio para manifestar nuestra indignación con la forma errónea y excluyente como la FAO organiza, otra vez, una edición de este Congreso
Florestas são cheias de vida, o habitat de inúmeros animais e plantas e o espaço vital de milhões de pessoas. Plantações são nada disso, mas sim desertos verdes. Apesar disso, as Nações Unidas consideram tais monoculturas como florestas. Assim abrem a porta à destruição da natureza. Diga à ONU: plantações não são florestas.
Esse pequeno vídeo é uma resposta ao vídeo que a FAO produziu para o 21 de Março. O vídeo da FAO propaga uma visão falsa de florestas como se elas fossem apenas um “depósito” de madeira e carbono. width="480" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen">
Dando continuidade às comunicações sobre o 21 de setembro, desta vez, gostaríamos de compartilhar com todos vocês uma coleção de vídeos que preparamos, em conjunto com a GRAIN, sobre os impactos das grandes plantações industriais de dendê (palma). Os vídeos foram produzidos por vários parceiros de todo o mundo que combatem a expansão das plantações de dendezeiros industriais, e descrevem os impactos que as comunidades locais sofrem quando a expansão ocorre em seus territórios.